Dia do Açaí, comemorado neste domingo, 5 de setembro

os caminhos do açaí, desde a produção, que incentiva a manutenção da floresta amazônica e colabora com o trabalho de populações ribeirinhas, até se tornar uma superfood, valorizada em cada canto do país e também fora dele.

O açaí é o fruto do açaizeiro, uma palmeira nativa da Amazônia, e por isso é um fruto exclusivo do Brasil. Sua produção é originária de extrativismo, o que significa que a polpa desse fruto não inclui nenhum tipo de agrotóxico ou agroquímico. Antes da fruta virar um sucesso no país, e agora até mesmo fora dele, as palmeiras eram derrubadas para a produção de palmitos. Mas, com a valorização do fruto, incentivado por marcas que o utilizam como ingrediente principal, por exemplo, as árvores passaram a ser mantidas em pé, o que preserva a floresta e ainda mantém a fonte de renda dos produtores.

Um case que mostra a valorização do açaí como um superalimento, tanto no país quanto no mundo, é o da OAKBERRY, rede de franquias que tem o fruto como produto principal. Nascida em 2016, a marca hoje já conta com mais de 400 unidades espalhadas não só por cada canto do Brasil, mas também do mundo. Está em mais de 20 países, de quatro continentes. E com previsão de alcançar 550 unidades até o final deste ano, além de lançar novos produtos com a fruta, como barras proteicas, drinks de café, etc.

Sobre a OAKBERRY

A OAKBERRY nasceu em 2016 para atender a um nicho de mercado ainda pouco explorado, o fast food de alimentação saudável. O portfólio da rede apresenta bowls e smoothies de açaí em três tamanhos, mais de 15 toppings e algumas opções extras – desde os mais básicos como banana, granola de castanha e mel até chia, whey protein, pasta de amendoim e paçoca sem açúcar. Atualmente a rede conta com unidades no Brasil, Estados Unidos, Emirados Árabes, Arábia Saudita, China, Austrália, Peru, Espanha, Portugal, Malta, Israel e Chile somando mais de 380 operações. Há planos de expansão para todas as regiões do Brasil e também para outras áreas do exterior. Com investimento inicial de R$300 mil, a rede faturou R$100 milhões em 2020.

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