Cervejas


Cervejas orgânicas

Quando a moda pega...

Atualizado em 01/07/2015

Recentemente, temos vivido um frenesi de produtos orgânicos. Além de “pegar bem” dizermos que estamos por dentro das novidades, não é danoso consumirmos um produto livre de agrotóxicos. Por isso, seja no happy hour, em casa ou nos restaurantes, deveríamos exigir o mesmo de nossa cerveja. 

Afinal, com tanto alarde sobre o assunto, decidi perguntar por aí o que significava “orgânico” às pessoas. Ouvi muita coisa. Entre as respostas diziam ser alimentos para “consumo responsável”, chuviscavam palavras como “energia limpa”, “reciclagem”, “saudável”, “baixa emissão de CO2” e até “uma comida do bem”. Para ser taxativa, cito o Departamento de Agricultura Americano (USDA), que separa os orgânicos em duas categorias. A primeira prescreve 70% de seus ingredientes sendo produzidos organicamente e a segunda, deve ter 95% ou mais de seus ingredientes assim.

As principais diferenças jazem sobre o método de produção. Segundo o site Beer & Bier, a cadeia produtiva compõem-se por água, ervas e grãos de cereais. Só que para sua fabricação, produtos orgânicos preocupam-se em baixar a emissão de dióxido de carbono e reduzir o impacto no meio ambiente, considerando o aproveitamento de água e a eficácia e a logística dos transportes. Além do que os fabricantes de cervejas orgânicas, segundo o site, tentam utilizar ervas e cerais que não usem pesticidas.

Entretanto, o lúpulo – indispensável na fabricação – precisa de muito cuidado quando em plantio. A planta é muito frágil e fica muito vulnerável às bactérias e pragas que a ataca. Por isso, dê valor quanto falarem das cervejas orgânicas, elas custam a ser produzidas. O site Clubeer.com sugeriu algumas cervejas orgânicas importadas, disponível: Eisenbahn Natural Pils, Fuller’s Honey Dew, Schneider Weisse Tap 4, Saison Dupont Biologique, e vários da cervejaria americana Eel River Brewing (Blond, Porter, IPA, Amber Ale, Açaí)



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